Em março de 2013, a maioria (60%) da
área florestal da Amazônia Legal estava coberta por nuvens, o que comprometeu a
detecção do desmatamento e da degradação florestal através das imagens MODIS
utilizadas pelo SAD. Nessas condições foram detectados apenas 80 quilômetros
quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou aumento de 50% em
relação a março de 2012 quando o desmatamento somou 53 quilômetros quadrados e
a cobertura de nuvens foi de 74%.
O desmatamento acumulado no período de
agosto de 2012 a março de 2013 totalizou 1.430 quilômetros quadrados. Houve
aumento de 88% em relação ao período anterior (agosto de 2011 a março de 2012)
quando o desmatamento somou 760 quilômetros quadrados.
Em março de 2013, a maioria (56%)
do desmatamento ocorreu no Mato Grosso, seguido por Rondônia (28%), Pará
(9%), Roraima (3%), Acre (2%) e Amazonas (2%).
As florestas degradadas na Amazônia
Legal somaram apenas 9 quilômetros quadrados em março de 2013. Em relação a
março de 2012, quando a degradação florestal somou 40 quilômetros quadrados,
houve uma diminuição de 90%.
A degradação florestal acumulada no
período (agosto 2012 a março 2013) atingiu 1.100 quilômetros quadrados. Em
relação ao período anterior (agosto de 2011 a março de 2012), quando a
degradação somou 1.568 quilômetros quadrados, houve redução de 30%.
Em março de 2013, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 1,5
milhão de toneladas de CO² equivalente. No acumulado do período (agosto
2012 a março de 2013) as emissões de CO² equivalentes comprometidas com o
desmatamento totalizaram 79 milhões

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